Por volta de 1428-1430 começou-se a construir este convento franciscano de Santa Clara, junto à calle Sevilla, por mandato de D. Gómes Suárez de Figueroa e Dona Elvira Laso de Mendoza (Condes de Feria), cujos sepulcros (relacionados com o artista Egas Cueman) exibem-se num lado da cabeceira do templo (capela-mor finalizada em 1454). Acredita-se que o edifício fosse reedificado no século XVII. Há só uns anos quando parte do convento foi convertido em museu, foram restaurados, entre outros, alguns emblemas heráldicos da ordem e o jarro de açucenas (do escudo da cidade) e colocados num dos pórticos de acesso pela citada rua. No interior podemos destacar as estátuas funerárias referidas e o cenotáfio de García Laso de la Vega (filho dos primeiros condes, colocado também na cabeceira), morto na tomada de Granada (obra do século XV). Também do lado sul, encontra-se a capela funerária do segundo Duque de Feria, construída por volta de 1616. No retábulo principal (de 1670 e do ensamblador Alonso Rodríguez Lucas) destaca a imagem de Nossa Senhora do Vale (obra que parece ser do século XV) em alabastro segurando o Menino Jesus. Também sobressai uma silharia (dentro da clausura) do século XVI e uma imagem em madeira de um Cristo amarrado à coluna, de 1775, do escultor Blas Molner. O edifício, ao igual do que o seu museu, recolhe várias figuras religiosas, relíquias (lignem crucis do século XVII) símbolos e objetos de arte sacra, como o chamado “Terno de las Águilas”, a cruz processional e os ciriais em prata e ébano. Tudo foi declarado Monumento Nacional em 1984.

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